WEARABLE ART
A "arte
vestível" teve origem nos Estados Unidos,
na década de 70. Com a produção em massa das
indústrias, os artistas tiveram uma reação se
voltando para a produção artesanal de roupas
para valorizar a indivdualidade das pessoas.
Com o
desenvolvimento tecnológico, muitos empresários
doaram seus equipamentos antigos e ultrapassados
aos artistas para que pesquisassem novas
técnicas de tecelagem.
A museóloga
americana Julie Schafer Dale batizou este
movimento de wearable e abriu uma galeria
especializada neste tipo de arte, a Julie
Artisans Gallery. No Brasil, o movimento
chegou por volta de 1988 e foi batizado de
rouparte.
A wearable art
mostra que as pessoas tem que explorar sua
criatividade e individualidade sem se render às
imposições e manipulações consumistas da moda
vendida em larga escala. É a arte onde o corpo
está dentro. Os artistas usam técnicas
diversificadas como pintura, colagem, tricô,
patchwork, bordado, crochê, etc.
Com a tecnologia
da Era da Internet, um novo conceito de wearable
surgiu. Como os equipamentos estão cada vez
menores e a utilização é essencial em certos
setores, os artistas passaram a desenvolver
roupas com acessórios tecnológicos. Dessa
maneira, é possível caminhar pelas ruas
navegando pela internet através mouse, teclado e
visor anexados às peças de roupas.
Andhye
Iore
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