FESTIVAL
Circadélica: a nova cara do
rock
Festival
reunindo gravadoras independentes e 29 bandas
brasileiras em
Sorocaba revela um meio alternativo mais
organizado e amadurecido

Opinião de músicos sobre o
festival
"É
importante para poder atualizar o público e para
nós também porque, de uma vez só, a gente tá
com material aqui para divulgar para os
fanzineiros, produtores, as bandas. Melhor que
mandar pelos correios." Rafael,
baterista da Snooze (Aracaju SE)
"A diferença
do Juntatribo pro Circadélica é que as bandas
são muito melhores. Na época, as bandas não
tinham preparo para estarem em cima do palco.
Hoje, a meninada se apresanta bem, têm postura,
sabe o que quer, as músicas são legais e têm
estilo definido." Rodrigo Guedes,
guitarrista e vocalista do Grenade (Londrina
PR)
É bastante
importante porque a gente mora bem longe dos
grandes centros do sudeste e sul. Então, é
difícil se juntar com várias bandas legais que
fazem um som no mesmo estilo que a gente. E é
improvável isso acontecer lá onde a gente
mora." Fabinho, vocalista e baixista
do Snooze (Aracaju SE)
"Pra gente é
bem difícil sair de lá por causa de custo.
Então, toda vez que a gente vêm pra fora do Rio
Grande do Sul, o importante é tocar para o maior
número de pessoas possível. E, não só de
público, o legal é que têm muitos jornalistas
e as bandas também. O show em si foi legal,
pelos contatos, foi legal rever os amigos." Gustavo
"Mini", vocalista e guitarrista do
Walverdes (Porto Alegre RS)
"Parece que
foi uma coisa boa. Vai Ter muito feedback.
Durante o festival foram muitos comentários,
exagerados até. A gente quis fazer o que quer
receber quando toca, uma estrutura legal." Mário
Bross, vocalista e guitarrista do Wry
(Sorocaba SP) e organizador do
Circadélica.
Andhye
Iore
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